fev 162011
Share on TwitterShare via email

F O T O E S C A M B O

Amigos, a Argosfoto apoia e participa da idéia do Fotoescambo. Uma das iniciativas mais felizes para apaixonados por fotografia nos últimos anos. Colecionar trocando, doe uma foto e escolha outra. Um enorme desprendimento para o ego e uma agradável surpresas para aqueles de mente aberta. Escolher a foto que agrada sem saber o autor, que só será revelado posteriormente!
Começou no FestFotoPoa em 2010, repetiu o sucesso no Paraty em Foco e no Território da Foto em São Paulo. Em Março teremos dose dupla de escambo. Participe. O primeiro será durante o Canela Foto Workshops nos dias 1, 2 e 3 de Março e outro em Salvador no dia 19 de março.

Foto Escambo

“O Foto Escambo é um projeto democrático que visa fomentar o colecionismo e o apreço pela imagem.

Usando esta forma ancestral de comércio, a troca de um bem por outro, sem a necessidade de dinheiro, promovemos uma interação entre pessoas que gostam de fotografia.

A dinâmica é simples: formado um banco inicial de imagens, estas são expostas em forma de varal, sem identificação do autor e disponibilizadas para serem trocadas pelos interessados. Amadores e profissionais se misturam e escolhem a foto que mais lhes agrada, deixando uma de autoria própria no lugar da retirada.


Histórico

O projeto teve início em abril de 2010, primeiro em parceria com o Grupo Baita Profissional, durante o 4° FestFotoPoa. Sob o nome “Varal do Escambo” e de forma independente do festival, os fios foram instalados em frente ao Café do Cofre, no Santander Cultural.

Fomos, a partir do sucesso de Porto Alegre, convidados pelo Paraty em Foco 2010 para fazer por lá o Foto Escambo.

Movimento durante o Foto Escambo no Paraty em Foco 2010.

E, em parceria com o Território da Foto, produzimos uma edição em São Paulo no final de novembro de 2010.

Movimento durante o Foto Escambo no Território da Foto – SP

Com média de quinhentas fotos inscritas nos festivais e duzentas e cinquenta na edição de um dia em São Paulo, o evento estimula o apreço pelo colecionismo, a troca de experiências e a valorização pela imagem, uma vez que uma das características do Escambo é só revelar o autor do trabalho depois da foto ser escolhida. O projeto agradou e teve grande aceitação do público.

Como Funciona

Solicitamos doações fotográficas de profissionais, estas formam um banco de reserva e servem para atrair os participantes e alimentar sistematicamente o varal.

É montado um varal onde são expostas fotos de doadores e inscritas, misturadas e sem identificação de autor. As fotos são identificadas com um número de inscrição colado no verso.

Os participantes escolhem de uma a cinco fotos de sua autoria. De preferência, imagens variadas, copiam em processo para longa duração, em papel fotográfico ou de algodão no tamanho mínimo de 20x30cm. Não devem identificar suas fotos. Este procedimento visa a fortalecer o apreço pela imagem e não, pelo autor. Inscrevem as fotos antes de trocar. As inscrições são feitas no dia do evento. O processo é simples: registra-se um contato do participante e cada foto inscrita recebe uma etiqueta numerada. Uma vez inscrito o participante escolhe uma foto em exposição e troca pela sua, conforme o número de trabalhos inscritos no máximo de cinco.

A autoria dos trabalhos é revelada após o evento, com a publicação da lista no blog do Escambo com os autores correspondentes aos números colados em cada foto.

Os profissionais abaixo já participaram do Foto Escambo:

Daniel Marenco, Fernanda Chemale, Arnaldo Carvalho, Dirceu Maués, Luciana Whitaker, Leopoldo Plenz, Juan Esteves, Jonne Roriz, Marcos Issa, Adri Felden, Kazuo Okubo, Felipe Lopez, Eduardo Muylaert, Lucille Kanzawa, Paula Marina, Anik Polo, Luciana Cavalcanti, Stefan Schmeling, Fernando Martinho, Fifi Tong, Du Ribeiro, Gabriel Boieras, Luciana Cattani, Galeria Experiência, Inaê Coutinho, Walter Firmo, Penna Prearo, Claudio Edinger, Clício, Eneida Serrano, gUi Mohallem, Iatã Cannabrava, João Wainer, Nair Benedicto, Ricardo Teles, Rosângela Rennó, Saulo Haruo Ohara, Tom Lisboa, Tadeu Vilani e Tony de Marco.”



out 222010
Share on TwitterShare via email
September 24, 2010–January 9, 2011

Two boys pose with the latest album by the Beatles, Vedado, Havana, 1965.

Cuba in Revolution | International Center of Photography.



set 272010
Share on TwitterShare via email

Minha palestra no IV Congresso de Direito de Autor e
Interesse Público, na UFSC / Florinópolis-SC, dia 28/09/2010

Exposição: Direito de Autor e Expressões Artísticas; Fotografia.
Tema: A importância de embutir metadados nos arquivos digitais, permitindo a identificação dos direitos autorais, assim como informações de contato e demais dados relativas ao arquivo. “Metadados embutidos em arquivos digitais são fundamentais ao exercício dos direitos autorais. Arquivos sem metadados são arquivos órfãos, desprotegidos, cujos detentores dos direitos dificilmente serão identificados ou contactados.” Muitas vezes nem mesmo os fotógrafos sabem lidar com este aspecto primordial em seu fluxo de trabalho, criando arquivos desprotegidos.

ago 242010
Share on TwitterShare via email

IV CONGRESSO DE DIREITO DE AUTOR E INTERESSE PÚBLICO

Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC

Dias 27, 28 e 29 de setembro de 2010

Florianópolis – SC

Veja a programação:
http://www.direitoautoral.ufsc.br/gedai/

ago 242010
Share on TwitterShare via email

Para quem lida com Fotografia e Memória, algumas dicas:

Fotografia e Memória: Colecionismo e História – Do Álbum de Família ao Museu, com Pedro Vasquez.
Duração:
02 e 03 de setembro de 2010

jul 202010
Share on TwitterShare via email

Amigos, o último mês foi pauleira, muito trabalho e viagens, o blog ficou desatualizado. Ainda está, mas espero começar a corrigir aos poucos. Tem muitas novidades que gostaria de comentar e farei aos poucos.

Antes disso, gostaria de compartilhar com vocês a matéria da Revista Fotografe Melhor, de julho de 2010, “Saiba como cuidas das suas imagens digitais”, do repórter Diego Meneghetti. A matéria ficou muito bacana, que quiser pode fazer download do PDF, gentilmente cedido pelo autor:
http://www.argosfoto.com.br/fluxo.pdf

mai 142010
Share on TwitterShare via email

Os acervos de fotografias digitais explodiram nos últimos 10 anos, seja pela digitalização de arquivos físicos seja pela produção digital original. Nunca se fotografou tanto. Os meios eletrônicos permitem a difusão de forma instantânea e relativamente barata. O que seria motivo de comemoração é motivo de preocupação.

Nunca se perdeu tanta informação. O grande responsável não são os arquivos públicos – que sempre foram poucos, pobres e insuficientes. Os fotógrafos, que ao meu ver deveriam ser os primeiros interessados na preservação e na difusão – até como forma de ganhar dinheiro em bancos de imagens, conhecem pouco do assunto e parecem estar mais interessados em produzir, produzir, produzir.

Além de deixar para depois a atenção necessária à guarda, ainda são pouco informados tecnicamente (de modo geral) e produzem arquivos de má qualidade.

Juntando-se isso ao desconhecimento sobre metadados, gera-se o caos. Vivemos uma era obscura para fotografia. Um paradoxo, já que nunca se fotografou tanto.

Sem informação de textos atreladas as imagens, elas em pouco tempo se transformam em montanhas de bites – lixo eletrônico. Estas informações – dados sobre dados, metadados – devem estar sempre EMBUTIDAS nas imagens. A melhor forma de fazer isso, é embutí-las no momento da importação das fotos para o computador. Não dá nenhum trabalho embutir informações básicas. Depois, claro, as informações devem ser refinadas, colocando-se novas palavras-chave e melhorando as descrições. Mas as informações colocadas na importação já seriam suficiente para tirar a produção contemporânea das trevas!

mar 292010
Share on TwitterShare via email

Boas novas no horizonte, uma no campo dos softwares e outra nos hardwares. Primeiro, a segunda versão do Lightroom 3 Beta 2, que está bem melhor em performance. A segunda, uma novidade tecnológica: A InVisage, empresa de tecnologia anunciou o que chama de uma “revolução na captura de luz”. O sensor de alta performance”Quantum Film”.

O Quantun Film

Este sensor, segundo o fabricante, obtém performance 4X maior, sendo 2X mais sensível a luz.
Os sensores atuais, capturam cerca de 25% da luz incidente, enquanto a nova tecnologia pode capturar cerca de 90 a 95% desta, permitindo que câmeras de segurança, celulares e sensores de câmeras profissionais obtenham resultados muito melhores, mesmo em condições de baixas luzes, o grande problema da captura digital atual.

Há exatamente 1 ano atrás eu publiquei um post sobre a descoberta do silício negro, entre 100 e 500 vezes mais sensível à luz que o silício convencional. O certo é que no futuro breve haverá uma revolução na captura digital.

Veja o site da SiOnyx, primeira empresa a produzir o silício negro para uso em sensores CMOS.
http://www.sionyxinc.com/index.html

mar 252010
Share on TwitterShare via email

A Adobe anunciou oficialmente o lançamento, dia 12 de Abril, da Creative Suite 5. Sem maiores informações até agora, tudo indica, porém, que:
- Vai surgir o ACR 6
- Com isto, o LR 3, ainda beta, deve sair do forno com esta versão do ACR
- O update para LR 2.7 não vai existir, deve pular para versão 3.0

Por outro lado, a versão do LR3 Beta, desde 22 de Março foi modificada para “LR3 Beta 2″, o que indica que o LR3 pode demorar um pouco mais para sair. Baixe aqui a nova versão.

Tudo isto só será confirmado dia 12 de Abril. Cadastre-se no site da Adobe para acompanhar o lançamento e conhecer em primeira mão todas as novidades. É necessário ter a “Adobe ID”, gratuita, mediante cadastro.

O que tem de novo no LR3 Beta2?

- Possibilidade de fotografar conectado ( Tethered shooting ) diretamente ao LR, sem necessidade de outros softwares (câmeras Nikon e Canon) – Veja vídeo:

- Importação e gerenciamento de vídeos capturados com as DSLR.
- Melhorias na importação e nas marcas d’água
- Mais performance nas importações e renderização das imagens

Mais informações no Lightroom Journal.

mar 042010
Share on TwitterShare via email

O júri do World Press anunciou a necessidade de desclassificar Stepan Rudik, premiado em 3º lugar na categoria “Sports Features”, por violação das regras do concurso que proíbe alterações no conteúdo das imagens, permitindo apenas retoques leves.

O fotógrafo se defendeu, falando ao Britsh Journal of Photography, dizendo que não havia feito nenhuma alteração significativa, apenas um corte na imagem e a eliminação de um pé, que aparecia no fundo que não era elemento importante.

Eu sou contra manipulações de imagens jornalísticas, mas me parece exagerada a medida do juri, porque realmente não houve nenhuma alteração sigificativa, apenas o corte (normal em jornalismo) e um pequeno retoque, eliminando o bico de um tênis, decisivo para o júri.
Vi coisas bem piores nos jornais brasileiros, recentemente na cobertura da tragédia no Haiti. Regras são regras, mas discordo, pois nada significativo aconteceu.

Veja a foto vencedora “Lutador de Rua, Kiev, Ucrânia”

E aqui a foto original, sem manipulação:

© 2010 Workshops Marcos Issa Tel. 11 38324600 cursos @ argosfoto.com.br Suffusion WordPress theme by Sayontan Sinha
Plugin from the creators of Brindes :: More at Plulz Wordpress Plugins